sábado, 4 de junho de 2016

Acabaram com a praça!




A Praça Casto Alves é do Povo... Como o céu é do Avião... disse um dia um dia aquele minino baiano Caetano Veloso, mais  ele já estava copiando o grande poeta Castro Alves foi quem falou primeiro que: A Praça era do Povo, como o Céu era do Condor. Mas esse num é bem o triste distino da pracinha que fica por trás da Igreja.

Calçada pelo prefeito Sinlval Mendonça, há quase cinquenta anos aquele espaço que seria o nosso Cartão Postal, nunca foi um primor de beleza. Vinte anos depois, o advogado, Dr. João Franco da Costa, quis fazer daquele espaço, uma área de lazer para a gurizada, mas quando deu fé a praça tava toda calcada com pedra, tornando inviável o projeto. Se a memória não me falha, até a pouco ainda existia no Campestre Clube, resquícios dos brinquedos, que dizem, foram doados ao clube.


Plantaram então uns Flamboiantes que ficavam floridos na primavera. Eram árvores dessecarias... Então veio o prefeito Djacir, que sem consultar os donos, nem o Ibama, meteu a moto-serra e pos abaixo as velhas árvores, deixando indignados os moradores daquela área e os amantes da natureza e da história. Nela ele, com muitos gastos, fez um arremedo de parque de diversões para as crianças, que só poderiam brincar ali, ou de manhazinha cedo ou a tardinha e a noite, já que o  nosso sol é causticante e na praça, num tinha um pingo de sombra. Não era o ideal, mais tava dando pro gasto.

Foi ai que o caldo entornou... O prefeito professor Berguinho, amante da Cultura e da História, para mostra ao povo que estava trabalhando, já que tava há dois anos e meio e não tinha nada pra mostrar, resolveu em junho de 2015, cercar a praça com tapume de madeira e depois de um ano, a “Obra”, que gastaria um mês, não foi feira e quando resolveram tirar o tal tapume, nada tinha sido feito. Aliás, foi feito sim. Distruiram a bendita Praça. Tá um horror.


O pior, mais prá frente, perto da bomba de Mané Bernadino, tem uma placa que diz que na “Reforma”, de três logradouros, que deveriam ser pro lazer dos contribuintes a prefeitura iria gastar R$ 15 mil e o governo federal, meio milhão. Faltam apenas seis meses para acabar esse desgoverno, será que o que ele destruiu a 365 dias, dará para construir nos 180 que lhe restam? Vamos ver a “Grande Obra”!

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