terça-feira, 7 de outubro de 2014

ALEGANDO GRAVIDEZ, DILMA PEDE À JUSTIÇA DO TRABALHO ESTABILIDADE PARA SE MANTER NA PRESIDÊNCIA.

A presidente Dilma Rousseff surpreendeu os adversários no debate realizado na noite passada ao apresentar contrafé de protocolo de ação trabalhista, ajuizada junto ao Tribunal Superior do Trabalho, na qual pede estabilidade para se manter no cargo de chefe do Poder Executivo da nação até cinco meses após o parto.

“Caso obtenha êxito em sua demanda, as eleições podem ser adiadas ou, alternativamente, caso o pleito se realize, a posse do eleito deverá ocorrer somente após o fim da estabilidade”, explica o jurista Dr. Rabulino Magarão Cigarro da Silva, professor de Direito Constitucional e Direito do Trabalho da Universidade Federal de Lapão Roliço.

O pedido da candidata se fundamenta no artigo 10, II, b dos Atos das Disposições Constitucionais Provisórias, que prevê o seguinte: “Fica vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa: b) da empregada gestante, desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto.”

Caso não seja reeleita, Dilma só deixará o cargo em outubro do próximo ano, já que está grávida há dois meses.

A notícia surpreendeu candidatos de oposição, que disseram respeitar a legislação trabalhista, mas acreditam que Dilma engravidou por oportunismo, já que antevê sua derrota nas urnas.

Até o presente momento não foi revelado quem foi o autor da façanha, corajoso o suficiente para copular com a mandatária da nação, mas especula-se que foi alguém do sexo masculino.

 Joselito Müller

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