domingo, 28 de setembro de 2014

O RETRATO DA DECADÊNCIA

Quem vê aí nessa imagem Esse pária em decadência Vencido pela demência E à beira da podridão Nem parece o charlatão Amante de avião moderno Enfiado dentro dum termo Forradinho de mutreta Que arrepiava até o capeta Nas profundezas do inferno!

É um contumaz mentiroso Que engole tudo o que diz Arrastou esse país Para uma terra sem lei Aliou-se a Collor, Sarney… A quem tanto combatia Com sua mente doentia Negou até o Mensalão Com nove dedos na mão Assassinou a verdade E decretou a impunidade A bandidos de estimação.

Maior medo desse cabra É um dia ser investigado Ter seus podres revirados Cabo a rabo de sua vida Com a teta quase perdida Nem dorme de apavorado Caso seja desmamado Dessa vaquinha tetuda Vai ser um deus nos acuda Com noites longas e frias Pois há de findar seu dias Numa cela da Papuda!

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