sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

A falta do poder público

Quando o poder público falta, todo mundo quer mandar! Um Réveillon em praça pública para o povão não deve custar muito aos cofres públicos, mas num desgoverno impar como este, como poderíamos pensar que a administração de Itaporanga poderia se preocupar com esse... digamos assim... pequeno detalhe.

A governança da prefeita ou mesmo do médico-pescador, que em muito lembra o jargão do deputado Justo Veríssimo - "Eu quero mais é que pobre se exploda!" ao contrário do que deveria ser, ornamentou muito bem a praça Frei Martinho para que os turistas e os conterrâneos que moram fora, tivessem uma real cena do que Rainério denunciou em seu site (veja aqui e aqui ).

Mais se o poder público não está presente, alguém tem que preencher a lacuna: e como em nossa "terinha" tudo é demais, tentaram fazer não apenas um, mas sim, dois réveillons, um num espaço particular e fechado cobrando R$5,00 (cinco reais) e R10,00 (dez reais) para estudante e geral, o que contrariando o que disse o pré-candidato e empresário Norman Paulo, é caro sim.

O outro em um espaço público, que inicialmente seria fechado e cobrar-se-ia entrada, o que não é permitido por lei, ao menos nas cidades em que ela e cumprida, de início a entrada seria dois quilos de alimentos e mais R$1,00, passando depois a ser apenas o alimento e opcionalmente para quem quisesse contribuir.

Não sei quem estava tentando fazer o bem ou não, só sei que vendo a disputa se acirrar e partir para o lado de um prejudicar o outro, o vigilante São Pedro, de última hora, resolveu literalmente botar água na fervura e mandou, por volta de três horas antes da passagem do ano, um providencial e demorada chuva, que se estendeu até as primeiras horas do ano, dito novo.

A festa da rua, acabou por falta de gente. a outra, embora tenha tido um razoável público, quem acabou foi a organização, ou melhor, a desorganização do evento, poid depois de todo mundo se arriscar a tomar um belo banho de chuva, a foram obrigados a ouvir Graça de Lima - A doida do forró.

O nome já diz tudo! mas em pleno réveillon e ainda por cima pago. Ninguem merece!

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