quarta-feira, 1 de julho de 2009

Resgate Istórico

A (in)eficiente equipe de "açeçorria de comunicassão" de Djaci Patriota, consegui nun curto espaço de tempo desvendar algumas lacunas na istória de nossa terra.



A vila ganhou a sua emancipação política, desligando-se de Piancó, no dia 11 de dezembro de 1863, através da Lei Provincial 104. Porém a instalação oficial do município só aconteceu no dia 09 de janeiro de 1865, havendo em seguida a designação dos seus primeiros dirigentes.

Ora essa istória de "A vila", sem designar o nome deixa dúvidas se o nome original era Miséricórdia ou Monteiro e seu primeiros dirigentes quem eram?

Ela se desconetou de quem mesmo? Pinco Net, São João do Cariri.net, itaporanga,net ou Inforcopy Net. Eis a qüestão? (com trema sim, segundo nosso cantor Flávio José). Não se sabe ao certo quem era o melhor provedor da ARPHANET, precursora da nossa Internet.

E essa confusão de datas: 11 de dezembro de 1863, 09 de janeiro de 1865 ou 28 de junho de 1883. É fácil de ser explicada: naquela epóca a população era quase toda analfabeta e os mais velhos, pela idade faziam confusão nas datas.

Portanto foi ai que a equipe da atual prefeita decidiu: Itaporanga, antiga Alagoa de Monteiro, em homenagem a seu fundador, que não teve nada a ver com Joaquim Carnaúba, João Madeiro, Alexandre Gomes da Silva e Padre Lourenço e se chamava Manoel Monteiro do Nascimento (deve ser da família de nosso conterrâneo Chico Monteiro); passou a se chamar apenas Monteiro e depois veio a ser Misericórdia. Foi proclamada independente de São Joâo do Cariri em 28 de junho de 1883.

Uma outra dúvida tanbém agora explicada, era quanto a sua localização no estado. Naquela época não existia GPS, nem Tristesberto, nem Chaga Malandro, que soubesse e pudesse elaborar um mapa preciso, daí a confusão. Ver mapa abaixo.


A "equipa" então descobriu que o nosso município teve origem no Cariri paraibano, mas teve de ser tranferida, as pressas, para o Vale do Piancó, quando em 1959 perdeu os seus distritos: Pedra Branca, Curral Velho, Boa Ventura, Diamante, Serra Grande e São José do Caiana. Aí viram que todos eles pertenciam ao Vale e não ao Cariri, como se pensava.

Em 07 de janeiro de 1949, quando, pelo Decreto Estadual 318, voltou definitivamente a ser Itaporanga, também por decisão de Prexedes Pitanga. Em 1959, por conta de lei votada pela Assembléia Legislativa e sancionada pelo então governador Pedro Moreno Gondim, Itaporanga perdeu grande do seu território, que era um dos maiores do Estado, com a criação dos municípios de Pedra Branca, Curral Velho, Boa Ventura, Diamante, Serra Grande e São José do Caiana.

Quanto a comemoração do São Pedro e não do São João como nas cidades vizinhas, nada tem a ver com a morte de Padre algum, muito menos do Padre Aristides, ele foi castrado por outro motivo e não pelas festas juninas. Ora pois, se a Proclamação da Independência da antiga Alagoa de Monteiro, foi em 28 de junho, o santo mais próximo era São Pedro e não São João ou Santo Antonio. Elementar meu caro Wilsom (Braga ou Santiago?)

E quem teria criado o São Pedro de Rua? Pensavam que tinha sido o ex-prefeito Dr. João Franco, há apenas 26 anos. Outra confusão. Os valorosos "aceçores' da briosa PMI (Puliça Prefeitura Militar Municipal de Itaporanga também chegaram a incrivel descoberta que foi não o ex-prefeito João Franco da Costa e sim uma tia-avó dele, que a época (1883) era Juíza de Paz* em Monteiro e se chamava Maria Falsa da Frente, quem inventou de inventar o já tradicional e Maior e Melhor São Pedro de Rua do Brasil.


Tá-Hi a expricação para o polêmico estandarte que foi motivo de falacias por toda a cidade. Tudo nos seus mínimos detalhes.

EITA NÓIS! Como dizia o Velho Guerreiro: Nesta terra nada se cria. Tudo se copia" .. e aceçorria dao prefeitao vem e cola!


CU RIOS IDADE

Da cidade inúmeras manifestações culturais se originaram: O cantor e compositor Flávio José (hoje apresentador do Correio Debate), Zabé Galinha, entre outros artistas menos conhecidos nacionalmente.

No mês de junho tem forró todos os dias nas ruas com suas tradicionais quadrilhas (a exemplo da quadrilha do Erro, da Pedro Américo), nas quais qualquer pessoa pode dançar bastando apenas ter o par e se inscrever um pouco antes da hora de começar. Também há festas em todos os clubes da cidade e até da zona rural.

A conhecida banda de forró os Dr agões teve início no nosso município..

* Segundo o ístoriadô itaporanguense e cantador de viola Sergio Opulento, Mugiqui entre os anos de 1883 a 1921, quando assumiu a chefia do Manicípo, o francês naturalizado alemão e filho de Napoleão, Josef Brunet Ramlhô, portanto por quase 40 anos, "a nossa querida terrinha" foi administrada por Juízes de Paz e nâo da Guerra (do vermelho e preto, azul e amarelo ou mesmo azul e branco).

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